quarta-feira, 26 de outubro de 2016

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Para o meu Vasquinho. Para sempre.
 
EU NÃO MORRI

(tradução livre de um poema de Mary Elisabeth Frye, 1932)


Não fiques diante de minha sepultura a chorar.
Eu nunca estarei aí. Eu não durmo eternamente.

Agora sou já mil ventos que sopram
o brilho de um diamante por entre o branco da neve.
Sou a luz do sol nos grãos maduros do campo
e a chuva do outono quando chega, suavemente.

E quando despertares verás em cada silêncio matinal:
sou o voo tranquilo das aves em círculo, livres
e, à noite, as estrelas que no céu luzem eternamente.

Não fiques diante da minha sepultura a chorar.
Eu nunca estarei aí. Acredita sempre em mim,
de verdade, eu não morri!
A colcha dos afectos
Depois desta na foto, que fiz para mim, decidi que eram um optimo presente afectivo para as meninas da família. Agora estou a terminar uma para a Bia. Todas feitas com retalhos da avó Rita e da avó Lau. <3
Ainda hoje de manhã cedo, aconcheguei o Cocas nesta mantinha.... E que bem que sabe...:!


quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O ANIVERSÁRIO DO MARTIM
A reutilização de materiais é uma ideia que me vem repetidamente nos últimos tempos. E dou por mim a pensar em formas inteligentes e práticas de reutilizar materiais comuns.
Para os anos do Martim, que se aproximam a passos largos, vou fazer isto, que vi no blogue da Joana Roque: